“Se existe alguma coisa a respeito da qual se deva fazer exatamente o oposto do que o governo e a mídia lhe dizem para fazer, essa coisa é investir em ouro”. Robert Ringer

 

“Por mais de dois mil anos, as qualidades naturais do ouro o tornaram o meio universal de troca para os homens. Em contraste com o dinheiro político (fiat money), o ouro é dinheiro honesto que sobreviveu às épocas e ainda sobreviverá por muito mais tempo. Sobreviverá até mesmo quando chegar o momento em que o papel moeda com valor estabelecido por governantes já tiver tido o mesmo destino de qualquer outro tipo de papel comum.” (Hans F. Sennholz, 1922 – 2007. Renomado economista alemão, Professor de Economia do Grove City College da Pensilvânia, EUA, foi presidente da Foundation for Economic Education, publicou 18 livros sobre economia.)

 

Não ignoramos que o mundo caminha na direção de dias muito difíceis. As dívidas dos governos não param de aumentar, e para quem está atento, o sucessivo e crescente número de guerras e de conflitos espalhados pela Terra não nos parece ser motivo para que se possa acreditar em uma reviravolta do mundo no sentido de uma situação econômica melhor do que a atual, muito pelo contrário! Além do que, é já por demais evidente que as economias norte-americana, européia e asiática se encontram sobremodo abaladas pelas sucessivas crises internacionais, embora não sejam elas as únicas afetadas pelo pior momento de crises econômicas internacionais, hoje já sendo as mais graves e severas de todos os tempos.

 

Também o onze de setembro, quando desabaram as torres gêmeas do World Trade Center, desencadeou uma sucessão de eventos irreversíveis e com reflexos diretos sobre a saúde financeira da economia das nações. E chegou o lockdown.

 

O fato de a Organização das Nações Unidas estar buscando fortalecimento político e econômico a fim de impor-se como uma plataforma para um Governo Mundial e com uma moeda única, alterando progressivamente suas metas na direção de um imposto global, que é apenas um dentre diversos impostos que seus burocratas estão sugerindo, deve ser um sinal de alerta de que o que estamos assistindo no cenário econômico internacional possa estar diretamente relacionado com o que estão pretendendo fazer.

Em outras palavras, possuímos motivos para acreditar que o que está ocorrendo é, pelo menos parcialmente, deliberado e isto com vistas à implantação do Governo Mundial único, o qual emergirá do caos.

 

“Potenciais vulnerabilidades e falhas no mercado dentro do sistema monetário e financeiro internacional foram importantes propulsores para a acumulação de reservas, além dos tradicionais motivos para essa acumulação. Essas imperfeições incluem a incerteza sobre a disponibilidade de liquidez internacional em uma crise global; grandes e voláteis fluxos de capitais; ausência de mecanismos automáticos de ajustes para desequilíbrios globais e a ausência de bons substitutos para o dólar dos EUA como um ativo de reserva.

 

 

Do SDR (Special Drawing Rights) para o Bancor: Uma opção de reforma mais ambiciosa seria a de construir sobre idéias anteriores e desenvolver, ao longo do tempo, uma moeda global. Chamada, por exemplo, Bancor em homenagem a Keynes. Essa moeda poderia ser utilizada como um meio de troca em contraste com o SDR...”. (Fundo Monetário Internacional. Acumulação de Reservas e Estabilidade Monetária Internacional).

 

Para os Globalistas, não há outro meio de trazer à tona a tal moeda global, senão pela sujeição da economia mundial à autoridade de um organismo bancário central de proporções globais e pela aniquilação sistemática e progressiva dos sistemas monetários vigentes sobretudo nos Estados Unidos e na Europa.

 

E não há nada mais prático para esse fim do que o atual processo hiperinflacionário que está, literalmente, aniquilando o dólar norte-americano e as estratosféricas dívidas que pesam não somente sobre os EUA, mas que também já sacodem as estruturas dos sistemas econômicos e monetários europeus, asiáticos e sul americanos.

 

Através dos efeitos de um imposto oculto (inflação), de elevadas e crescentes taxações, e também pelas crescentes dívidas norte-americanas e européias, a economia do Ocidente está sendo progressivamente corroída e destruída por dentro. Banqueiros (internacionais ou transnacionais) e também burocratas em funções de controle e direção, os quais permanecem a maior parte do tempo ocultos nas sombras, estão em plena atividade conduzindo a economia dos EUA, da Europa e da América Latina a um desastre de proporções nunca antes vistas. Tudo nos leva a crer que estamos prestes a assistir o surgimento de um novo organismo internacional político, financeiro e monetário beligerante.

 

Esse monstruoso organismo financeiro internacional precisa ser financiado, e para tanto, dentre diversos outros estratagemas, inventaram a falácia do “Aquecimento Global” a fim de porem em prática a angariação de dinheiro através dos chamados “créditos de carbono”. Nações como a Rússia, a China e também o Fundo Monetário Internacional (FMI), parecem não estar medindo esforços a fim de que se introduza no mundo uma nova moeda global, e as propostas para tal empreendimento estão sendo cada vez mais deslocadas da teoria para a prática.

 

Simplesmente, já não há mais como ignorar a evidente metamorfose aberrante no mercado internacional no que diz respeito à forçada e sutilmente imposta necessidade por alternativas para uma nova moeda de reserva internacional diante do enfraquecimento do dólar e dos recentes abalos do euro.

 

Fiat Money

 

Fiat é um termo em Latim que significa "Haja".

 

"Dixitque Deus fiat lux et facta est lux" Gênesis 1:3

 

"E disse Deus: Haja luz; e houve luz" Gênesis 1:3

 

Fiat Money significa, portanto, toda e qualquer forma de dinheiro não lastreado em commodities tangíveis. É o dinheiro trazido à existência através da cunhagem ou da impressão gráfica, e também os Títulos dos Governos, e cujo lastro físico monetário é em nada ou em coisa alguma. É o dinheiro lançado no mercado cujo valor é atrelado à autoridade monetária governamental. Termina a autoridade na qual esse dinheiro se fundamenta, termina juntamente com ela o valor desse dinheiro. Difere, portanto, do dinheiro real, ou seja, com valor intrínseco, independentemente de governos ou de políticas econômicas, fiscais ou cambiais. É o caso do ouro e da prata, por exemplo.

 

 

Atualmente o papel-moeda (e também os títulos das dívidas dos governos) não tem nenhum respaldo em termos de lastro assim como o dinheiro em forma de moedas. O seu valor está na confiança que cada indivíduo tem de que o dinheiro será aceito como meio de pagamento pelas outras pessoas, por isso é chamado de dinheiro fiduciário (de fidúcia = confiança). A moeda hoje é de emissão privativa do Estado, e já não há mais conversibilidade em nada.

Em um sistema Fiat Money (fiat money system), não há restrições quanto à quantidade de dinheiro que pode ser criado ou títulos da dívida que possam ser emitidos. Isso também permite a criação de crédito ilimitado.

Inicialmente, um rápido crescimento na disponibilidade de crédito é muitas vezes confundido com crescimento econômico, uma vez que o consumo e os lucros em certos negócios crescem e frequentemente há também alta nos preços de algumas ações. No longo prazo, no entanto, a economia tende a sofrer devido à contração que ocorre logo a seguir, o que termina por não compensar os ganhos em função da expansão de crédito anterior (bolhas de crédito). Essa expansão do crédito pode ser vista na relação Dívida / PIB. Na maioria dos casos, um sistema monetário estabelecido sobre dinheiro fiduciário passa a existir como resultado de uma dívida pública excessiva (desequilíbrio fiscal). Quando um governo é incapaz de permitir o resgate de toda a sua dívida em commodities físicas (prata ou ouro), a tentação de remover a proteção física ao invés de controlar seus gastos se torna irresistível. Este foi o caso quando Nixon retirou o último elo entre o dólar e o ouro, o sistema que está em vigor até o dia de hoje.

 

Equipe Ouro&Dinheiro